sábado, 27 de setembro de 2014

LUCERNE


Evocar uma imagem mental de uma cidade de montanha suíça, eo que você imaginar provavelmente será semelhante Lucerna. Fontes elaboradas, igrejas jesuítas, prefeituras renascentistas e praças antigas convergem com o charme de contos de fadas. O Festival de Lucerna é um evento de renome mundial para orquestras clássicas, realizada no Centro Cultural e Centro de Convenções de Lucerna, cujas linhas moderno se misturam graciosamente com edifícios circundantes. Lucerna é também um ponto de partida para excursões por toda Suíça central. Perto Monte Pilatus oferece vistas impressionantes da área, e pode ser alcançado pelo trem de cremalheira ou teleférico. Trinta minutos do centro de Lucerna (ou uma hora de prazer steamer), o majestoso Monte Rigi, conhecida como a "Rainha das Montanhas", oferece caminhadas e esqui. O Rigi ficou famosa pelas pinturas de JMW Turner, incluindo "O Rigi Azul:. Lago de Lucerna - Sunrise"

- A CATEDRAL DE MILÃO ( DUOMO)


A catedral é imensa, com 157 m de comprimento e 109 m de largura. O interior tem cinco naves com uma altura que chega aos 45 metros, divididas por 40 pilares. Possui um transepto com três naves.

Fachada principal da catedral em meados do século XVIII
A construção do edifício começou em 1386 sob a iniciativa do arcebispo Antonio da Saluzzo, em um estilo gótico tardio de influência francesa e centro-europeia, distinto ao estilo corrente na Itália de então. Os trabalhos foram apoiados pelo senhor da cidade, o duque Gian Galeazzo Visconti, que impulsou a obra através de facilidades fiscais e promoveu o uso do mármore de Candoglia como material de construção. A obra avançou rápido, e em 1418 o altar-mor da catedral foi consagrado pelo Papa Martinho V. Já em meados do século XV a parte leste (abside) da igreja estava completa. A partir desta data, porém, as obras prosseguiram lentamente até fins do século XV.

Vista da nave da catedral.
Entre 1500 e 1510 a cúpula octagonal do cruzeiro foi completada e o interior foi decorado com várias séries de estátuas. Porém, a fachada oeste do edifício permaneceu ainda inacabada. Em 1577 a catedral foi consagrada novamente pelo arcebispo Carlos Borromeu. Apenas no século XVII foi a fachada construída, em estilo maneirista. Em meados do século XVIII foi completada a parte externa da cúpula, onde foi colocada a estátua da Madoninna.

Em 1805, por iniciativa direta de Napoleão, que havia invadido a Itália, as obras foram recomeçadas. Nessa época a fachada principal e grande parte dos detalhes exteriores, como os pináculos, foi completada em uma mi

stura de estilos, entre o neogótico e o neobarroco. Apenas em 1813 foi a catedral dada por finalizada, mais de quatrocentos anos após o início das obras. Porém no XX século foi julgado necessário trocar as cinco portas da fachada, o que só foi acabado em 1965.
A catedral é atualmente um importante ponto turístico de Milão, e do alto do seu terraço é possível vislumbrar toda a cidade.

 Curiosidades 
A catedral gótica, que sempre teve réplicas de metal comercializadas aos turistas, ficou mais famosa após o domingo de 13 de dezembro de 2009, quando Silvio Berlusconi foi atingido com uma réplica do domo.[1] As réplicas da catedral bateram recordes de venda e instantaneamente se esgotaram nas lojas,[2] sendo a maioria dos clientes esquerdistas ou opositores ao governo do primeiro-ministro.[3] A reprodução de sua forma gótica e pontiaguda, com 136 pontas de mármore, explica a gravidade dos ferimentos ocasionados ao chefe do governo


O Duomo é apenas mais um dos fabulosos exemplos de arquitetura e monumentalidade
 dirigida ao culto ao divino entre tantas outras catedrais construídas na Europa durante a
 Idade Média, entre os séculos 9 e 12.
Dizem que o Duomo foi projetado pelo pintor, escultor, arquiteto, engenheiro, 
cientista e inventor italiano Leonardo da Vinci,
 nascido em 15 de abril de 1452 em Anchiano, pequena vila chamada Vinci,
 perto de Florença, na Itália, e falecido em Amboise, na França.



terça-feira, 23 de setembro de 2014

PARQUE SÃO LOURENÇO


Histórico: construído após a inundação da represa do São Lourenço em 1970 e inaugurado em 1972 para regular as águas do Rio Belém. Uma antiga fábrica de cola que ficava no local e seu maquinário (hoje transformado em esculturas) formam o Centro de Criatividade (fonte: IPPUC e Prefeitura de Curitiba).